Estado emocional: aliado ou vilão da dieta

Você é do tipo que já tentou todo tipo de dieta e, mesmo depois de perder uns quilinhos, volta ao peso antigo? O problema não são as dietas, mas sim como lidamos com elas. Para perder peso não basta se matricular na academia e fechar a boca. É preciso se conscientizar dessa necessidade de mudança. Muitas vezes, é o seu emocional que sabota o seu “projeto verão”.

Para começar, não existe dia certo para se cuidar. Todo dia é dia! Esqueça isso de na segunda-feira eu inicio a dieta, no ano que vem eu vou comer melhor. Comece a colocar seu plano em prática a partir de agora.

Outro ponto é mudar sua atitude. Pense em mudar sua alimentação para melhorar o seu hábito alimentar e não apenas para eliminar peso. Emagrecer de uma forma saudável é a melhor forma de conseguir manter os mesmos dígitos na balança. Trate o processo como uma reeducação alimentar.

Estabelecer metas irreais também colaboram para a frustração final. Dietas restritivas geram baixo envolvimento e podem levar à episódios de compulsão e consequente desistência.

Confira 7 dicas para ajudar você a emagrecer de forma saudável:

 

1- Positividade

Nada de falar a todo momento que você não vai dar conta; que vai desistir. Tenha uma atitude positiva. Seja determinada! Isso afasta o desânimo e a faz seguir em frente.

 

2- Foque na meta do peso

Evite pensar no que você pode ou não comer. Você fará naturalmente uma melhor escolha alimentar se pensar na meta do peso a ser eliminado. Pouco a pouco você fará restrições. Vale escrever em um papel as razões pelas quais você quer emagrecer e como conseguirá isso. Celebre suas pequenas vitórias!

 

3- Comprometimento

Esconder doces e salgadinhos calóricos no trabalho ou em casa é uma péssima ideia. Em algum momento, você sucumbirá à tentação. Livre-se desse tipo de alimento se quer emagrecer de verdade.

 

4- Corra do estresse

O estresse, ao lado da ansiedade, é um grande incentivo à compulsão alimentar. Depois de um dia de trabalho desgastante você pede uma pizza, afinal “hoje eu mereço”. Enquanto espera aquela mensagem importante, resolve petiscar…  Tente pensar antes de comer. Depois da comilança virá a culpa. Uma caminhada pelo bairro, um bom filme e até meditação podem ajudá-la a evitar esse tipo de comportamento.

 

5- Busque conhecimento

Quando você descobre as maravilhas da alimentação saudável para o seu corpo e mente, é mais fácil manter uma dieta equilibrada.

 

6- Experimente!

Em vez de pensar em seu projeto como uma dieta restritiva, que tal focar nas dezenas de sabores, aromas e texturas à sua disposição? Quem disse que comida saudável não pode ser deliciosa? Vale chamar o maridão e testar uma nova receita!

 

7- Foco no futuro

Pensar a longo prazo é o ideal. Planeje um emagrecimento gradual. Que seja um quilo ou 300g por mês… O processo de emagrecimento tem altos e baixos e é preciso estar preparado para esta realidade.

 

Está difícil dar o primeiro passo? Marque uma consulta com uma #nutri. Ela vai estar ao seu lado nesse percurso e te orientar melhor.

 

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O que é carbofobia?

Carbofobia é o um termo utilizado para o medo exagerado de consumir carboidratos. Gradualmente, ao longo dos anos, os carboidratos se tornaram ,dentro do senso comum, o vilão das dietas. Pessoas de toda parte acham que basta cortar o carboidrato do prato para emagrecer como em uma passe de mágica.

Quando a pessoa retira o carboidrato da dieta  de forma drástica (sem nenhuma orientação nutricional e/ou prática de atividades físicas), pode ter a falsa impressão que está perdendo peso. O que acontece é a perda de massa muscular; que denominamos perda de peso engordativa.  

O carboidrato é um nutriente essencial ao organismo, sendo a nossa principal fonte de energia. Por isso, é importantíssimo para a gestante e para a mamãe que está amamentando, por exemplo. Há estudos que demonstram que a redução extrema de carboidratos, a longo prazo, é ineficaz, porque nosso corpo se adapta para se autopreservar. Outro problema é que dietas restritivas podem levar à episódios de compulsão.

Dieta low carb é permitida durante a gestação?

A low carb é definida pelo consumo de menos de 130g de carboidratos diariamente. Essa estratégia, se acompanhada por um profissional, pode gerar bons resultados. Porém, muitas vezes, há a distorção dessa prática, com dietas com menos de 30g de carboidratos por dia. O que é recomendável, sem nenhum prejuízo à sua saúde, é trocar carboidratos simples e refinados por opções complexas, como arroz, pães e massas integrais. Mesmo assim, é preciso moderação; já que são alimentos processados.

Outro ponto importante é avaliar o índice glicêmico dos alimentos. Verduras, legumes e frutas têm índice glicêmico menor que 55 e garantem maior sensação de saciedade, além de serem ricos em fibras. E, se o indivíduo adotar a low carb e consumir apenas proteínas ruins, pode elevar sua glicose, além de provocar um desequilíbrio da flora intestinal e aumentar o risco para a formação de cálculos renais.

É importante não basear sua alimentação apenas em dicas, encontradas nas redes sociais, de pessoas que não têm formação para repassar orientações nutricionais corretas.  O processo de low carb, que virou tendência, deve ser feito com o acompanhamento de um nutricionista.

 

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Qual a importância do consumo de iodo durante a gestação para o QI do bebê?

Neste ano, a cantora Kelly Key revelou que, durante sua última gestação, fez suplementação de iodo por orientação médica para que o Tuca, seu filho caçula, tivesse um bom desenvolvimento e um QI (quociente de inteligência, fator que mede a inteligência do ser humano) mais alto.

O iodo é importantíssimo durante a gestação. Ele é essencial para o bom funcionamento da tireoide, que garante um metabolismo eficiente. Além disso, ajuda no desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso central do bebê, reduzindo o risco de deficiência cognitiva e danos cerebrais congênitos. Sua deficiência pode causar fadiga, colesterol alto, letargia, depressão e inchaço da glândula tireoide.

Estima-se que 67% das mulheres não alcancem o nível necessário de iodo apenas com a dieta

Pesquisas já demonstraram que a suplementação de iodo durante a gravidez pode sim ajudar a impulsionar o QI da criança. Um estudo de 2013 da Universidade de Surrey, no Reino Unido, mostrou que bebês de mães com deficiência de iodo na gravidez tinham o QI mais baixo, aos 8 anos de idade, que aqueles que nasceram de mães com níveis saudáveis do nutriente. Eles também tiveram pior capacidade de leitura em 9,2 anos. O estudo analisou mil famílias britânicas.

Nas primeiras 12 semanas de gestação, a mãe é a única fonte de hormônios da tireoide do bebê. O hipotireoidismo é a primeira doença a aparecer em resposta à deficiência de iodo e pode ser especialmente problemática durante a gravidez.

O ideal é ingerir entre 200 e 400 mcg de iodo diariamente — sempre com indicação médica

Para determinar a necessidade ou não da suplementação é preciso fazer uma avaliação médica. Normalmente, por meio de um exame de urina é possível medir  a dosagem da substância no organismo. A suplementação costuma ser indicada apenas para gestantes que apresentem deficiência do nutriente. Se houver necessidade de suplementação, a mulher pode fazer durante a gravidez e amamentação.

Confira quais alimentos são ricos em iodo:

  • Batatas rústicas
  • Leite
  • Algas secas
  • Bacalhau
  • Sal fortificado
  • Camarão
  • Sal do Himalaia fortificado
  • Peito de peru assado
  • Ameixas secas
  • Feijões brancos
  • Atum
  • Ovos cozidos
  • Iogurte natural
  • Banana
  • Morango
  • Lagosta
  • Vagem

Nunca faça suplementação por conta própria. Excesso de iodo no organismo pode causar distúrbios da tireoide. Marque uma consulta com sua #nutri ou obstetra para uma correta avaliação.

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