7 alimentos para fortalecer sua imunidade durante a gravidez

Você é o que você come. Se anda sempre resfriada, por exemplo, sua alimentação pode ter mais relação com o seu sistema imunológico do que você imagina. Uma dieta equilibrada, ao lado da prática regulares de exercícios físicos, aumenta a imunidade do corpo e reduz o risco de diversas doenças, como a gripe tão comum nessa temporada.  

São os anticorpos da mãe que protegem o feto durante os primeiros meses de vida. Apesar disso, devido às alterações hormonais, elas ficam com baixa imunidade e enfrentam o desafio das restrições em relação aos medicamentos para evitar complicações para ela e o bebê.

Portanto, o ideal é sempre prevenir a enfermidade; se tornando imprescindível o fortalecimento do sistema de defesa do corpo durante essa fase. Por isso, confira 7 alimentos que auxiliam o nosso sistema imune:

1- Alho

É fonte de alicina, substância que atua como um antibiótico natural e é rica em vitaminas A, B1 e B2, C e minerais, dentre eles o enxofre. Ele estimula a resposta imunológica e auxilia na dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação. Além disso, contribui na redução do colesterol ruim (LDL), dos triglicerídeos e pressão alta.

2- Cebola

Tem quercetina, poderoso composto que fortalece o sistema imunológico e previne doenças virais e processos alérgicos. Além disso, é rica em fitoquímicos, que têm propriedades antioxidantes, com ação positiva sobre o sistema imune.

3- Frutas cítricas

Laranja, limão, kiwi e acerola são frutas ricas em vitamina C, que fortalece o sistema imune ao aumentar a produção de glóbulos brancos (células de defesa) e anticorpos no organismo. Essa substância também atua como um antioxidante; combatendo os radicais livres, responsáveis por atacar as células sadias do nosso corpo.

4- Vegetais verde-escuros

Couve, agrião, almeirão, espinafre e folha de brócolis têm ácido fólico, além de vitamina A, B6 e B12, essenciais para a imunidade.

5- Oleaginosas

Noz, amêndoa e castanha são ricas em vitamina E, nutriente que controla a resposta inflamatória durante um processo infeccioso.

6- Gengibre

Reduz a inflamação no organismo, tem ação bactericida e conta com altas taxas de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico e é antioxidante. Ele ajuda ainda na circulação sanguínea. A má circulação é muito comum entre as grávidas.

7- Tomate

Fonte de betacaroteno, substância que ajuda as células do sistema imune por suas propriedades antioxidantes (combate os radicais livres).

Uma nutricionista de sua confiança pode orientá-la adequadamente sobre como montar uma dieta equilibrada para mantê-la mais saudável.

 

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Como aprender a comer salada? Confira 5 dicas da #nutri:

“Quanto mais colorido o prato, mais saudável”. “É essencial inserir frutas, legumes e verduras na sua alimentação diária”… Você já sabe muito bem a importância da adoção de uma dieta equilibrada na sua vida, mas é da turma que odeia salada e não consegue comer uma folhinha sem fazer cara feia? Pois saiba que não está sozinho nessa. Há muitas pessoas que não foram acostumadas a comer salada na infância e enfrentam um verdadeiro desafio para alterar o paladar depois de adulto.

A verdade é que ninguém nasce apaixonado com brigadeiro. Você só descobre o que ama, experimentando. E infelizmente, dia após dia, comemos mais e mais besteiras. O açúcar, por exemplo, é um vício literalmente. Ele desperta a área no cérebro responsável pelo bem-estar e gradativamente necessitamos aumentar a “dose” para alcançar o mesmo nível de satisfação de antes. Mudar um hábito alimentar tão enraizado é difícil; mas não impossível.

Confira 5 dicas da #nutri para reverter essa situação e descobrir o prazer em comer saladas:

1- Invista nos molhos

Assim como as carnes, as saladas precisam de um temperinho para acentuar seu sabor e preservar sua qualidade nutricional. Fuja daqueles molhos prontos, cheios de conservantes e sódio. Use azeite, vinagre balsâmico e iogurtes para fazer a base dos seus próprios molhos caseiros e combine com limão, cebola, alho e especiarias. É testar e descobrir qual sabor mais te agrada.

2- Teste combinações

É muito comum as pessoas dizerem que a salada não tem gosto de nada e que não “sustenta”. Pois então, invista em ingredientes como frango desfiado, atum, salmão, queijo branco, ovo e peito de peru para dar um toque a mais no prato, de sabor e de sustância.

Castanhas e nozes ou grãos, como a ervilha, são ricos em fibras e aumentam a sensação de saciedade. Experimente ainda colocar abacate ou maçã em sua salada: a combinação agrada muitas pessoas.

3- Prepare de outra forma

Há quem não suporte beterraba cozida, mas aprecie o gostinho dela crua, ralada, com gotinhas de limão. Alimentos ralados ou picados, junto a outros ingredientes, têm os sabores mascarados e se tornam mais fáceis para a adaptação do nosso paladar. A aparência e a própria textura das folhas e legumes são muito importantes.

Há uma variedade de formas de preparar o mesmo alimento. A couve-flor, por exemplo, pode ser gratinada com um pouquinho de queijo. Basta maneirar no óleo, manteiga ou molho shoyu utilizados no preparo do legume.

4- Atenção aos sabores e cheiros fortes

Sair comendo, logo de cara, berinjela ou rúcula pode ser uma péssima primeira impressão e gerar traumas ao seu paladar se você não está acostumado a comer saladas. Comece por alimentos mais palatáveis, como tomate, cenoura e palmito.

O cheiro forte de vegetais, como o brócolis, também pode afastar os iniciantes. O ideal é ferver ou cozinhá-los bem para remover compostos sulfurosos, que lhe dão esse odor forte e característico. Vale colocá-los no recheio de uma torta ou picadinho em uma salada.

5- Seja persistente

Assim como no paladar dos bebês, que precisam de muitas tentativas para realmente um alimento ser descartado da sua lista, é preciso persistir com a salada. Faça aquela abobrinha cozida, ao forno, em forma de chips, no molho da massa… Não desista! Você está apresentando um novo sabor ao seu paladar: o processo é longo.

Em pouco tempo você já vai perceber os benefícios da alimentação mais saudável. Seu intestino passa a funcionar melhor, você sente mais energia e até seu humor melhora.

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Como controlar a fome excessiva na gravidez?

“Mulher grávida deve comer por dois”. Quem nunca escutou essa frase por aí? Mas, na verdade, essa recomendação é apenas mais um dos mitos sobre a gravidez. Abusar da comida só aumenta o risco de ganhar peso excessivamente e ter complicações desnecessárias, como o diabetes gestacional. Estudos também indicam que a obesidade da mãe aumenta o risco de o filho ter doenças congênitas.

É pela dieta materna que o feto obtém tudo o que precisa para se desenvolver plenamente. Portanto, equilíbrio, variedade e qualidade são imprescindíveis na alimentação durante a gestação. É essencial adotar uma dieta rica em frutas, verduras e legumes. Mas e o que fazer com aquele apetite voraz que faz a gestante ter vontade de comer tudo que aparece em sua frente?

É natural ter um maior apetite durante a gestação devido às transformações metabólicas no corpo da mamãe. Há uma tendência para uma queda rápida de glicemia e maior produção de peptídeos, substância que gera a sensação de insaciedade. Além disso, há uma redução dos movimentos peristálticos no trato digestório, que faz seu corpo pedir por “mais comida”. Mas basta mais 300 calorias nas 2 mil indicadas diariamente para um adulto para você e seu bebê ficarem bem.

A fome que parece nunca ter fim na gravidez pode ser causada também pela ansiedade característica do novo período, especialmente no último trimestre, quando os enjoos já se foram e a expectativa pelo parto aumenta.

Confira 7 dicas para controlar a fome excessiva da gravidez:

1 – Coma de 6 a 8 vezes por dia, intercalando as refeições principais com lanches leves.

2- Mastigue devagar os alimentos. Ao comer sem pressa, você dá tempo para os hormônios digestivos “comunicarem” ao cérebro que você já está satisfeita.

3- Deixe lanchinhos leves sempre à mão em casa, no trabalho ou no carro. Assim, quando bater aquela fome, você não corre o risco de sucumbir à tentação de algo gorduroso e não saudável. Vale fazer “pacotinhos” de oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Iogurtes, frutas ou mesmo cenourinhas também são muito bem-vindos.

4- Aumente a ingestão de líquidos, mas dê preferência para sucos naturais. Bebidas prontas, como suco de caixinha, contêm muito açúcar.

5- Substituta arroz, massas e pães brancos por suas versões integrais, que são mais saudáveis e garantem maior sensação de saciedade.

6- Invista em legumes e hortaliças em suas refeições.

7- Diminua o consumo de sal. Esses alimentos alteram o paladar e despertam a vontade de comer doce.

Procure ainda praticar exercícios de respiração e meditação para combater a ansiedade. Se a fome está sem controle, procure sua nutri! 😉

 

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