Você já conhece o sal de ervas?

Segundo a OMS, a Organização Mundial da Saúde, os adultos devem consumir menos de 5 gramas de sal por dia – o que equivale a uma colher de chá rasa. Mas o consumo dos brasileiros está bem acima dessa recomendação: ingerimos, facilmente, cerca de 12 gramas ao dia.

Para evitar esse risco sem ter que deixar a comida sem graça, a melhor opção é o sal de ervas. Elas conferem sabor e, além disso, são ricas também em fitoquímicos, um dos principais grupos de antioxidantes. As ervas atuam na prevenção de problemas cardiovasculares, estimulam o sistema digestivo e potencializam o sistema imunológico.

Por isso, que tal experimentar hoje mesmo? Aqui vão quatro receitas para você se inspirar:

Sal grosso com alecrim

1 xícara (chá) de sal grosso

1 xícara (chá) de orégano

1 xícara (chá) de alecrim

1 xícara (chá) de estragão

Lave bem as ervas e seque-as com um pano limpo. Depois, coloque-as junto com o sal no liquidificador ou no processador de alimentos e triture tudo. Guarde a mistura em um recipiente fechado, em local fresco e seco.

 

Sal marinho com ervas variadas

10 g de alecrim

25 g de manjericão

15 g de orégano

10 g de salsinha

100 g de sal marinho

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Guarde em pote de vidro bem fechado e ele estará pronto para ser usado no lugar do sal comum.

 

Sal verde (excelente para carnes!)

200g de sal grosso

1 colher de sopa de salsinha

1 colher de sopa de Cebolinha

1 colher de sopa de orégano

1 colher de sopa de manjericão

1 colher de sopa de azeite

Bata tudo no processador por 10 segundos e pronto!

 

Sal temperado com limão, coentro e um toque de pimenta

1 kg de sal grosso

Casca ralada (somente a parte verde) de 3 limões grandes

4 colheres de sopa de sementes de coentro moídas

2 colheres de chá de pimenta-do-reino moídas

Leve o sal grosso ao liquidificador com as cascas de limão, coentro e pimenta. Moa bem até o sal ficar fininho. Espalhe em uma assadeira de metal e leve ao forno bem baixo por 15 minutos ou até que seque bem. Deixe esfriar completamente e armazene em potes bem fechados.

Uma dieta para cada trimestre da gestação

Uma dieta especial é fundamental tanto para a saúde da mamãe quanto para a saúde do bebê. Isso porque a gravidez é, certamente, a fase em que ocorrem mais mudanças fisiológicas no corpo da mulher, e toda essa transformação vem acompanhada de necessidades nutricionais específicas.

Para o bebê, cada fase da gestação é marcada por um estágio de desenvolvimento do feto, o que demanda diferentes nutrientes e diferentes quantidades de ingestão também. No primeiro trimestre, o ferro e o ácido fólico são fundamentais por prevenirem doenças cardíacas, anemia e malformações no feto.

No segundo trimestre é importante reforçar a ingestão de vitamina C, que age na formação do colágeno na pele, nos vasos sanguíneos, ossos e cartilagem, além de fortalecer o sistema imunológico da mãe. A vitamina B6 ajuda no crescimento e no ganho de peso do feto, e o magnésio favorece a formação e o crescimento dos tecidos do corpo. Por isso também devem estar presentes na dieta.

Já no terceiro trimestre, o foco deve ser no cálcio e na vitamina D. Isso é importante porque, nessa fase, o bebê começa a esgotar as reservas da mãe para a formação dos dentes e ossos. É também quando ocorre o desenvolvimento dos olhos, e por isso o betacaroteno também deve fazer parte da alimentação.

O cálcio é encontrado no leite e nos seus derivados, nas bebidas de soja, tofu e cereais integrais.  A Vitamina D no leite enriquecido, manteiga, ovos, fígado e banho de sol. E o betacaroteno na cenoura, abóbora, batata-doce, espinafre, couve, pimentão vermelho, mamão, manga, melão, damasco, goiaba e tangerina.

E durante toda a gestação, do primeiro ao último dia, é importante não deixar faltar:

Carboidratos: fornecem energia para a mamãe e para o desenvolvimento do bebê. Os melhores são os integrais: arroz, pães, macarrão e cereais, que são absorvidos mais lentamente e, por isso, dão mais saciedade.

Proteínas: são responsáveis por construir, manter e renovar os tecidos da mãe e do bebê. Podem ser encontradas em carnes, feijão, leite e derivados.

Lipídeos: são as gorduras que auxiliam na formação do sistema nervoso central do feto. As mais indicadas são as dos peixes, azeites de oliva, canola e girassol, e na linhaça.

Vitamina A: ajuda no desenvolvimento celular e ósseo e na formação do broto dentário do feto, além de agir também na imunidade da gestante. As fontes mais importantes são leite e derivados, fígado, laranja, mamão, couve e vegetais amarelos.

Niacina (Vitamina B3): transforma a glicose em energia, mantendo a vitalidade das células maternas e fetais, além de estimular o desenvolvimento cerebral do feto. É encontrada em verduras, legumes, carne magra, leite e derivados.

Tiamina (B1): também estimula o metabolismo energético e é encontrada em carnes, cereais integrais, frutas, ovos, legumes e leveduras.